
O
Instituto Presbiteriano Gammon nasceu de
um sonho que se tornou realidade através
da visão e dedicação de
missionários presbiterianos procedentes
dos EUA. Fundado em 1869, na cidade de Campinas,
São Paulo, o Gammon foi a primeira escola
evangélica do país. O surto de
febre amarela que atingiu o país no final
do Século XIX, principalmente em Campinas
quando milhares de pessoas perderam suas vidas,
levou o denominado Colégio Internacional
a transferir-se definitivamente para Lavras em
1893, através do esforço abnegado
de pessoas como Samuel Rhea Gammon, Carlota Kemper,
Eduardo Lane, George Morton, dentre tantos outros
que marcaram a abençoada trajetória
do educandário que contribuiu para o enriquecimento
da educacão de Lavras e região.
Como autarquia da Igreja Presbiteriana do Brasil,
o Instituto Presbiteriano Gammon desenvolve a
missão docente, convicto de que este sonho só se fez
realidade porque provém de uma visão de Deus. Constata-se que,
de fato, esta é uma obra de fé que caminha motivada pelo lema: “Dedicado à glória
de Deus e ao progresso humano” e se baseia no ensino do Mestre dos mestres: “amar
a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”.
Os antigos alunos do Instituto se sentem parte
de uma grande família que
repete com orgulho e saudade a máxima: “a gente sai do Gammon, mas
o Gammon não sai da gente”.
Em tempos passados, o Gammon fundou a ESAL (Escola
Superior de Agricultura de Lavras) que, no processo
de federalização originou a UFLA
- Universidade Federal de Lavras, centro de referência
na área das ciências
agrárias. Depois, a Fundação
Gammon de Ensino, em Paraguaçu
Paulista, SP; e mais recentemente o Instituto
Presbiteriano Gammon de Guanhães.
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